Petits plaisirs

Petits plaisirs

Amélie Poulain

Adoro detalhes. Na cozinha, assim como na vida, acho que são fundamentais. E é a partir deles que nascem os pequenos prazeres cotidianos, coisas ínfimas que têm a capacidade de nos alegrar em meio ao furacão de todo dia.

Café, por exemplo. Sempre tomei café, desde criança. E, conforme fui adentrando mais e mais o caminho da gastronomia, comecei a conhecer um pouco mais sobre o mundo desta bebida.

De modos que, há uns dois anos, ganhei uma máquina de espresso. Linda, cromada, da De Longhi. Manual, permite controlar a quantidade de pó que coloco para extrair o espresso. E também aceita sachês, mas que sempre prefiro usar o pó.

Mil ideias a partir da chegada desta maquininha. A melhor delas foi comprar um moedor de café, assim posso adquirir grãos diferentes, moê-los aos poucos, e ter sempre um café novo em casa. E fresco. Porque café guardado no armário por meses perde o gosto e o aroma, perde um pouco da sua alma.

Daí que, em outubro, viajei para a França, como já comentei aqui no blog. E embora os franceses percam, de longe, para o Brasil em questão de cafés especiais, eles têm um detalhe que adoro: açúcar em cubos!

Então agora o meu petit plaisir cotidiano está completo: acordo, preparo meu café espresso duplo, numa xícara cor-de-rosa, e arremato com um cubinho de açúcar. Que, não por acaso, se chama “‘tit plaisir”, da marca Saint Louis, bem comum na França. O charme destes cubinhos é o formato: estes têm a forma dos naipes de baralho! Quando me sinto romântica, como hoje, vou lá e boto um coraçãozinho na xícara. Acho apropriado.

São os detalhes, os detalhes, que fazem a diferença na vida…

E você? Quais os seus pequenos prazeres cotidianos?

*

PS: a foto que ilustra este post é da personagem Amélie Poulain, interpretada por Audrey Tautou no filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”. Um dos clássicos para quem adoooora as pequenas viagens do dia a dia. A trilha sonora é um show à parte. Yann Tirsen manda muito bem.

O trailer do filme, para quem não conhece:

E os convites vão para…

E os convites vão para…

… A Marina Gurgel, do blog Relemblala!, que foi a primeirona a postar o seguinte comentário às 9h12 de hoje:

“Luciana,
estou sofrendo. Todo mundo ao meu redor já viu menos eu. Estou louca pra ver, adoro gastronomia, e quero muito o par de ingressos!
Adoro seu blog!
beijos!”

:) Parabéns, Marina! Vou te escrever por email para pegar teu endereço, para onde enviaremos os convites.

E depois vc me conta aqui o que achou do filme, hein! ;)

Obrigada a todos os leitores amados que deixaram recadinhos fofos! Se ganhar mais convites, vão para vocês, prometo.

Julie&Julia, o filme. Eu quero!

Julie&Julia, o filme. Eu quero!

Meryl Streep é a protagonista de Julie&Julia, vivendo a amada Julia Child. Foto: Luciana Mastrorosa/Guloseima

Meryl Streep é a protagonista de Julie&Julia, vivendo a amada Julia Child. Foto: Luciana Mastrorosa/Guloseima

Em fevereiro de 2008, comprei um livro chamado Julie&Julia, a despeito dos comentários negativos do meu marido, que achava melhor eu gastar meu (pouco) dinheirinho com enciclopédias de cozinha.

“Pare de comprar estes romances de comida”, ele argumentava. “Compre apenas livros que fortaleçam sua base culinária”. Eu sorria, apenas, tristemente.

Mas eu sou teimosa. Por isso, numa tarde triste depois de um trabalho onde não me sentia lá muito feliz, passei na livraria perto da redação para espairecer. E comprei Julie&Julia, o livro, da americana Julie Powell.

No caminho para casa, optei pelo metrô em vez do ônibus, porque o trânsito estava infernal. E comecei a ler. Prefácio de Rita Lobo? Legal. Escritora-blogueira? Legal! Escritora-blogueira-que-larga-emprego-tedioso-para-se-dedicar-à-cozinha? MUITO legal!! :D

E não parei mais de ler. Naquele dia, desci numa estação além da que devia, e percorri a distância restante até minha casa a pé, com lágrimas nos olhos. Era um daqueles momentos em que a gente acha que tudo está muito errado com a própria vida.

Por isso me encantei com o livro. A história me inspirou desde o início, tanto pela questão “trabalho chato, o que vou fazer da vida agora?”, quanto pelo fascínio que as panelas e receitas e ingredientes podem exercer sobre alguém.

Foi assim que descobri Julia Child, a “Ofélia” norte-americana, que amava Paris e estudou cozinha no Le Cordon Bleu. E foi assim também que conheci Julie Powell, uma garota qualquer, que usou seu cotidiano maçante para mudar a própria vida. E ser feliz. Escrevendo um blog!

E Julie dizia, no livro:

“(…) comecei a refletir: aquela vida que estávamos levando, Eric e eu, parecia o oposto de um Potage Parmentier. Era fácil continuar com nosso empregos abominavelmente maçantes; pelo menos isso nos poupava de fazer escolhas. Mas por quanto tempo eu conseguiria suportar uma vida assim tão fácil? Areia movediça era fácil. Caramba, morrer era fácil.”

E continuava:

“Talvez eu precisasse fazer como uma batata, separar o joio do meu trigo, tornar-me parte de algo que não fosse fácil, apenas simples”.

“Apenas simples”, pensei.

E, alguns dias depois, comecei o curso de cozinha na Wilma Kovesi (cuja matrícula havia feito em setembro do ano anterior!), com muito mais coragem para enfrentar meu sonho. Nem preciso dizer que pedi demissão algumas semanas depois, e o resto é história…

Por isso estou contando os dias para ver o filme baseado no livro, com Meryl Streep fazendo o papel da grandalhona e espirituosa Julia Child. Achei muito curioso que Julia, muito alta, não conseguia se adaptar aos tamanhos padronizados das cozinhas. Por isso, seu marido construiu uma cozinha enorme para ela, com tudo organizado e à sua disposição.

Eu, pequena, enfrento a dificuldade contrária, diante das milhares de prateleiras altas ao meu redor. Mas nem ligo: meu marido também fez uma cozinha para mim, com coisas e utensílios alcançáveis. ;) E ela é tão pequena como a cozinha que Julie Powell tinha à disposição para começar sua empreitada, que a levou ao sucesso.

Julie&Julia, o filme: eu quero ver! A estreia está prevista para setembro deste ano. Eba! :D Enquanto isso, veja o trailer abaixo:

Virada Cultural com filmes gastronômicos

Virada Cultural com filmes gastronômicos

A noite nunca tem fim: começa neste sábado a 5a edição da Virada Cultural em São Paulo. São 24h de música, espetáculos de artes, filmes e baladas diversas para fazer paulistanos e turistas ficarem acordados até mais tarde, com o único objetivo de se divertir. Gosto da ideia!

Este ano, o mote do evento é a comemoração do Ano da França no Brasil, com apresentações variadas e intervenções urbanas de artistas franceses. Uma boa oportunidade para conhecer um pouco mais a cultura de lá, ampliar horizontes.

E para quem adora comida, hoje também é dia de Virada Cine-gastronômica, no HSBC Belas Artes. Por R$20, você passa a madrugada inteira vendo filmes ligados à gastronomia! Este ano, 2a edição do evento, os filmes exibidos serão:

- “Volver” (Pedro Almodóvar)

- “Amor à Flor da Pele” (Wong Kar-wai)

- “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (Tim Burton)

- “Correio Sentimental” (Danniel Danniel) + o curta “Sua Opinião, Por Favor” (Heddy Honigmann)

- “A Janela da Frente” (Ferzan Oztepek)

– “Ratatouille” (Brad Bird)

Além da exibição dos filmes, haverá também 4 degustações de pratos nos intervalos, com receitas inspiradas nas histórias retratadas nos longas. Cada ingresso dá direito a ver três filmes.

Fomos convidados para assistir à primeira edição, no ano passado, e adoramos! Mas é bom se preparar, porque o evento lota. Chegue cedo, garanta seus lugares e relaxe.

A maratona cine-gastronômica começa às 22h deste sábado, e termina às 8h de domingo.

2a Virada Cine-gastronômica-Petybon

2 e 3 de maio, durante a Virada Cultural, em São Paulo
Horário: A partir das 22h de sábado até 8h de domingo
Local: HSBC Belas Artes (Consolação x Paulista)
Ingressos: R$20,00 (R$10,00 meia entrada)

Madrugada gastronômica

Madrugada gastronômica

Fim de semana gastronomicamente agitado: no sábado, uma visita a Paranapiacaba para, depois de quase 20 anos, encontrar novamente uma frutinha chamada cambuci. Mas sobre isso vou falar num próximo post.

Apesar de cansada pelo passeio, reuni forças para participar da Virada Cine-Gastronômica, no cine HSBC Belas Artes. Chegamos quase 23h30 à avenida Paulista, que estava animada como nunca. Sem dúvida esses eventos como a Virada Cultural fazem um bem danado para a alma da cidade…

O evento começava às 23h, com uma recepção de boas-vindas, com chás gelados e uma salada apetitosa de macarrão com ricota e nozes. Nem preciso dizer que o cinema estava lotado. Será que toda aquela gente gosta de filmes de comida tanto quanto eu? Ou será que só gostam de cinema? Ou só de comida?

“Tampopo” e a comida japonesa
O primeiro filme a que assistimos (meu marido me acompanhou na empreitada cine-gastronômica) foi “Tampopo – Os brutos também comem espaguete”, definido como um “western” japonês. Foi uma surpresa boa, e deu uma fome danada depois de acompanhar a protagonista, Tampopo, e seus amigos, passarem o filme inteiro atrás da melhor receita de lámen de todos os tempos: aquele macarrão japonês, que vem com caldo e acompanhamentos. Parecido com o miojo, instantâneo, que comemos aqui no Brasil, mas com legumes, carnes, alga.

Em meio a isso, histórias de camaradagem, amor, sexo, brigas e muitas cozinhas e cozinheiros. A melhor cena: os mendigos-gourmet, que sabem mais de vinho e iguarias do que os melhores experts. De emocionar!

Uma breve pausa para uma “boquinha” antes do segundo filme, e alguns brindes. A Petybon, junto com o pessoal da Storytellers, era uma das parceiras do evento, então o macarrão reinou. Na segunda refeição da noite, espaguete ao sugo com mussarela de búfala e uma outra pasta ao molho branco, tudo acompanhado de vinho tinto e água. Nesse momento, minha paciência se esgotou um pouco com a lotação do evento. Muita gente + comida = confusão na certa! ;)

Paixão e sentimentalismo em “O jantar”
Apesar disso, conseguimos comer um macarrãozinho, ganhamos pacotes de massa (espaguete e penne) para preparar em casa e vimos nosso segundo filme da noite, o italiano “O jantar”, de Ettore Scola.

Casais brigando, um professor solitário, a dona do restaurante angustiada com um casamento enfadonho, a sobrinha da mulher fazendo aniversário, a mãe que ouve, amargurada, que a filha resolveu se tornar uma noviça. Tudo isso, em mesas separadas, no mesmo ambiente: um restaurante, é claro.

E tome bife à milanesa, vinhos e mais vinhos, bolo de aniversário, macarrão, champanhe Veuve Clicquot para animar a mesa. Filme italiano sem brigas e sem comida? Difícil.

Depois do longa apaixonado e sentimental, uma parada para café com bolo. Mas estávamos tão cansados, e com tanto frio (irritante ar-condicionado!), que resolvemos ir para casa direto, sem bolo, sem café, sem o último filme. Uma pena!

Chegamos em casa às cinco, o suficiente para dormir com as primeiras luzes do dia. Cansados, mas com a sensação boa de dever cumprido: aproveitar o fim de semana é mesmo mágico.

Tem filme de comida na Virada Cultural!

Tem filme de comida na Virada Cultural!

Virada Cine-gastronômica

Quando soube, adorei a idéia e vou bater o cartão. Vocês viram que vai ter um evento de filmes de comida na Virada Cultural, no próximo sábado? É no mesmo estilo do Noitão, do cine HSBC Belas Artes, só que com filmes que tratam de sabores e de vida.

O ingresso para participar da “Virada cine-gastronômica” custa R$ 12, e dá direito a ver três filmes, à sua escolha. Entre um e outro longa, haverá degustações com pratos inspirados nos filmes. Quem tem carteirinha de estudante ainda paga meia entrada!

São quatro degustações, e a noitada termina com café da manhã. Para quem tem pique, vale a pena.

A jornada começa às 23h do sábado, dia 26, e termina às 8h do domingo, dia 27, com os filmes:

“Tampopo – Os brutos também comem espaguete”
“O jantar”

“Mais estranho que a ficção”
“Comer, beber, viver”
“Chocolate”
“Depois Daquele Baile”

As degustações incluem:

– Salada de fusilli e petisco de macarrão frito polvilhado com açúcar e canela
– Spaghetti e penne integralli, ao molho pomodoro com basílico ou molho branco
– Pudim, flans e bolos
– Mini-sanduíches com frios, pães e bolos para finalizar

Espero encontrar muitos amigos blogueiros por lá :)

***
Virada cine-gastronômica
De sábado 26/4 para domingo 27/4
HSBC Belas Artes – Rua da Consolação, 2423
São Paulo (SP)
Fone: (11) 3258-4092

O segredo está no pulso

O segredo está no pulso

Sabrina!

Um dos filmes com a Audrey Hepburn de que eu mais gosto é “Sabrina” (de 1954). Para mim, é quase uma cinderela “moderna”: filha do motorista que trabalha para uma família rica, Sabrina se apaixona pelo filho mais novo, bon vivant, que não pode ver um rabo-de-saia.

Mas… o moço não sabe que ela existe! Lógico que tem um outro irmão, mais velho, responsável e amargo que vai entrar na história… Mas antes disso, o estimado pai da moça resolve mandá-la para um curso de culinária em Paris! E é justamente nesse ponto que eu quero chegar, porque ontem me senti muito “Sabrina” no curso de cozinha.

Aprendemos a fazer molho Hollandaise, uma incrível e delicada emulsão de manteiga clarificada, amarelinha, e gemas de ovos, mais uma essência feita com vinagre, echalota, estragão. E limão, sal e pimenta de caiena para temperar.

As gemas e a manteiga são cozidas em banho-maria (praticamente só no vapor do banho-maria), e o segredo… está no pulso! E haja pulso para continuar batendo e batendo e batendo o molho com o fouet bonito, recém tirado da malinha de utensílios culinários, sem deixar a emulsão talhar.

E por que eu lembrei do filme? Porque, em dado momento, nossa prestimosa mocinha não consegue quebrar ovos de maneira decente, e o chef francês, com um sotaque incrrrrível, fala para ela: “O segredo, minha filha, está no pulso! No pulso!!!”.

Eu não estava em Paris, mas foi quase como se estivesse.

Cinema e gastronomia

Cinema e gastronomia

O crítico de cinema Rubens Ewald Filho e a jornalista Nilu Lebert tiveram uma idéia que, imagino, deve ter sido uma delícia de realizar! Eles selecionaram 28 filmes incríveis que têm como linha mestra a comida e lançaram o livro “O Cinema vai à mesa”, com receitas apetitosas ‘pinçadas’ de cada filme. “Festa de Babette”, um clássico do gênero (e que está completando 20 anos!), é um exemplo.

Confesso: eu estava louca para que eles tivessem escolhido as “cailles en sarcophage” para dar como receita, mas fiquei contente com os blinis com caviar e creme de leite.

La Casserole

Fiz uma matéria para o G1 sobre o festival, se você quiser conferir, aqui vai o link.

Sabe o melhor? O tradicional restaurante La Casserole uniu o útil ao agradável e oferece um jantar temático este mês, com algumas das receitinhas deliciosas dos filmes. Você pode escolher sempre entre duas receitas para entrada, prato principal e sobremesa. Veja lá:

Acepipe
Mini almôndegas de cordeiro e canela (Filme: “Tempero da Vida”)

Entrada
Salada de figo fresco ao mel e balsâmico (Filme: “Simplesmente Martha”)
ou
Blinis com caviar e creme de leite (Filme: “A Festa de Babette”)

Prato Principal
Rosbife “en croûte” (Filme: “A época da Inocência”)
ou
Namorado ao molho de açafrão (Filme: “Sem Reservas”)

Sobremesa
Mini tortas de frutas vermelhas e chantilly (Filme: “Maria Antonieta”)
ou
Crêpes Suzette (Filme: “As Férias da minha vida”)

O restaurante oferece o menu completo de 18 a 31 de outubro. O cardápio vale R$ 95 por pessoa. Se quiser menu completo + palestra com os autores do livro, o valor sobe para R$ 115, com direito a vinhos sugeridos pelo sommelier do restaurante, Sebastião Martins (somente nos dias 18, 25 e 31, às 20h30, há essa opção incrementada!).

As reservas devem ser feitas até a véspera do jantar. Quem tiver interesse pode comprar o livro, que estará à venda no restaurante.

Apaixonada por cinema e comida, não posso pensar em programa melhor para uma noite feliz de outubro.

E eu adoro outubros!

***

La Casserole
Largo do Arouche, 346 – Centro – São Paulo/SP
Fone: (11) 3331-6283

Aventuras do ratinho cozinheiro

Aventuras do ratinho cozinheiro

Só duas palavras: cozinhar, Paris. Não precisava de mais nenhum motivo para ver “Ratatouille”a nova animação da Pixar que estréia nesta sexta-feira. Mas, além de ser um filme fofo sobre cozinha – em Paris – ainda tem um ratinho simpático cujo maior sonho é ser chef!

Ratatouille

Dirigido por Brad Bird, “Ratatouille” conta a história de Remy, o roedor que se aventura nas caçarolas de um grande restaurante parisiense na tentativa de buscar seu sonho.

Nesta galeria você pode ver várias imagens do filme e ter uma noção do que o espera: uma grande paixão pelas coisas da cozinha e uma aventura na cidade mais adorável do mundo.

Já mencionei que eu adoro Paris? ;)

Em tempo: ratatouille é um prato delicioso da culinária francesa, à base de legumes. Prometo que a receita virá em outro post!

Enquanto isso, vai lá:

“Ratatouille” – site oficial

Cinemas em São Paulo

Festa de Babette

Festa de Babette

Passei rapidinho só pra deixar uma dica fantástica, sensacional, imperdível, inestimável: vejam “A Festa de Babette”. Eu sei que o filme é de 1987, quando eu tinha, sei lá, uns nove anos e não sabia nem preparar uma omelete, então muitos de vocês já devem ter visto. Mas, ahhhh, é tão, mas tão lindo!

E aquelas comidas todas, a maneira apaixonada com que Babette delineia cada prato, abre cada vinho… E o olhar dos velhinhos diante de todo aquele “pecado”…

Acreditem, eu tenho SONHOS com aquelas cailles en sarcophage. Claro, já encontrei as receitas na internet. Hei de prepará-las! :)

* Post originalmente publicado no UOL Blog. Para ler os comentários antigos, clique aqui.

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