Muffins de banana e amendoim

Muffins de banana e amendoim

muffins-banana

Ao fim de um feriado preguiçoso, fiz esses bolinhos com banana-prata, farinha de amendoim e ameixa seca, para celebrar o Dia das Crianças. Mais

Shortbread

Shortbread

Pense numa preciosidade feita com biscoito amanteigado, uma camada generosa de caramelo e cobertura de chocolate. Pensou? Essa delícia existe e atende pelo nome de “caramel chocolate shortbread”. Faça em casa e seja feliz para sempre! Mais

Biscoitos de canela

Biscoitos de canela

Bolachinhas de amor e canela, da Dona Benta. Foto: Luciana Mastrorosa/Guloseima

Esta é uma receita do Dona Benta, clássico da cozinha brasileira. Os ingredientes são simples e o preparo é bem rápido. Resultado? Bolachinhas excelentes para o café da tarde, com um toque bem-vindo de canela. Mais

O bom do verão: sorvetes

O bom do verão: sorvetes

E 2015 começa com o verão a todo vapor! Você conhece a cena: o termômetro das ruas registra quase 40 oC. O calor retumbante parece que não acaba nunca, subindo do asfalto ainda mais quente e pegajoso. À tarde, trovoadas e tempestades aplacam ligeiramente a onda de calor, seguida de um conhecido abafamento. Este é o nosso verão tropical, do ponto de vista de São Paulo, capital – onde, acredite, pode não ventar mesmo no 9o andar de um prédio.

Se você, como eu, não tem piscina para se refrescar nem clube para ir, aposte em soluções divertidas – e, por que não, gastronômicas – para se divertir no verão. Selecionamos várias delas para ajudá-lo a sair da inércia e curtir a brisa do fim da tarde, as noites de lua cheia ao ar livre, dormir de janelas abertas… Esqueça os pernilongos e renda-se ao calor! A nossa dica é: tome mais sorvete!

Sorvetes veganos da Stuzzi, na Vila Madalena

Sorvetes veganos da Stuzzi, na Vila Madalena (Foto: Luciana Mastrorosa)

Sorvete, para mim, é o símbolo máximo do verão. Aproveite que São Paulo virou praticamente a capital mundial da sorveteria (tem uma em cada esquina!) para se jogar nas casquinhas artesanais, paletas mexicanas, copinhos de sabores variados e no bom e velho picolé.

A Stuzzi, na Vila Madelena, tem um maravilhoso sorvete de pistache 100% vegano, elaborado com leite de castanhas. Além dessa opção, há outras com e sem leite. O de iogurte é imperdível. Para dar uma turbinada, vá de Afogatto: uma taça de sorvete (sugiro o de creme) com café espresso tirado na hora. Delicioso!

No cada vez mais gastronômico bairro de Pinheiros, há duas opções interessantes. A Gelati Itália arrepia no sorvete de limão e no de chocolate extra dark (sem leite). Além dela, numa esquina bem pertinho do bochicho da rua dos Pinheiros, fica a Frida & Mina, que agrada com suas casquinhas feitas por lá – o aroma de baunilha nos arredores é de levar qualquer um de volta à infância. O sorvete de caramelo salgado e o de morango com balsâmico são escolhas certeiras. E um detalhe importante: a água, sempre fresquinha, é cortesia da casa.

As tais paletas mexicanas – na prática, um picolezão – parecem ter ganhado de vez o coração novidadeiro do paulistano. A rede Los Paleteros tem diversas lojas, tanto as de rua quanto as de shopping. Veja a lista completa aqui. Se é sua primeira vez no mundo das paletas, opte pelo já clássico morango recheado com leite condensado, um hit.

Para os que preferem a boa e velha padaria para comprar um sorvete, tem novidade na gôndola: a famosa marca norte-americana Ben & Jerry’s chegou com tudo. Menos delicada que os sorvetes artesanais, mas bem mais saborosa que a média dos sorvetes brasileiros, a marca tem sabores mais gordinhos, como cereja com chocolate e chocolate fudge brownie.

Escolha seu favorito e aproveite o verão! Feliz 2015 para nós :)

Sorvetes Ben & Jerry's, agora também nas gôndolas de padarias

Sorvetes Ben & Jerry’s, agora também nas gôndolas de padarias (Foto: Luciana Mastrorosa)

Madeleines

Madeleines

Madeleines ao mel prestes a ser devoradas. Foto: Luciana Mastrorosa/Guloseima

Passei o mês de novembro inteiro comemorando o meu aniversário. Estou para conhecer alguém que goste mais de fazer aniversário do que eu!

Este ano, o sabor foi mais especial do que nunca, com a minha pequenina ao meu lado. Assim fica mais fácil encarar a idade… Hehehe. Por outro lado, não posso sair muito de casa ainda, então uma ida ao restaurante ficou para mais tarde. Tudo bem, estou encarando essa fase maravilhosa como um presente. A possibilidade de ficar juntinha da bebê todo tempo é uma preciosidade, e sou eternamente grata por isso.

Mas o dia de aniversário foi realmente especial. Ganhei visitas de amigos que não via há muito tempo, ganhei um monte de presentinhos fofos e um bolo feito especialmente para mim, de frutas vermelhas e merengue. Viva!

E a parte mais divertida de todas é que eu ganhei uma batedeira nova. Vermelha, linda, pesadona. Chorei quando a caixa foi entregue, dias antes do prazo, igual criança. MESMO. A primeira receita que fiz com ela foi tão simples que quase não deu para dizer que foi uma estreia: as clássicas madeleines, aqueles bolinhos em forma de concha que ficaram famosos por causa do Proust, autor de “Em Busca do Tempo Perdido”.

Peguei uma receita bem tranquila do livro “Feito em casa”, do confeiteiro Eric Lanlard (ed. Larousse) e fui em frente. Aliás, vale dizer que este livro é um sonho! As fotos são incríveis e todas – toooodas – as receitas dão água na boca.

Vale dizer também que nunca comi tanto doce quanto agora. O puerpério e a lactação me trouxeram um paladar totalmente novo e inesperado para doces, além de me deixar um tanto sem apetite para os salgados. E agora eu fico folheando diversos livros, sonhando com as receitinhas todas que quero fazer quando tiver tempo novamente – do tipo marshmallows de cortar com a tesoura! Meu brinquedo novo combina bem com esta nova fase.

Mas estas madeleines do chef Lanlard são nível super easy, vale até bater à mão, se for o caso. Levíssimas, douradas e saborosas, são um pequeno luxo para acompanhar o chá e o café.

MADELEINES
(do livro Feito em Casa, de Eric Lanlard, ed. Larousse)

90 g (4 1/2 colheres de sopa) de manteiga (mais o suficiente para untar as forminhas)
90 g (3/4 de xícara de chá) de farinha de trigo (mais o suficiente para polvilhar as forminhas)
2 colheres (chá) de mel
40 g de açúcar de confeiteiro (3 colheres de sopa) (mais o suficiente para polvilhar as madeleines prontas)
1 colher (chá) de fermento em pó (químico)
2 ovos
Raspas de 1 limão taiti ou siciliano ou 1 colher (chá) de água de flor de laranjeira

Preaqueça o forno a 180 ºC. Se usar forma de metal, unte-a com manteiga derretida e polvilhe-a com farinha, tomando cuidado de preencher bem as ranhuras da forma (ou a madeleine pode não sair inteira). Eu usei uma forma de silicone para fazer míni madeleines, de modo que não precisei untá-la nem enfarinhá-la. O chef recomenda usar formas de metal e informa que esta receita rende 20 unidades. No meu caso, rendeu bem mais do que isso, porque a forma é para tamanhos pequeninos do doce. E funcionou super bem na forma de silicone.

Resolvida a questão da forma, prepare a massa: derreta a manteiga e o mel juntos numa panela pequena. Deixe esfriar. Peneire a farinha, o açúcar e o fermento, juntos, numa tigela. Adicione a mistura de mel e manteiga e bata gentilmente. Em seguida, adicione os ovos e as raspas de limão e continue batendo – mas tome cuidado para não bater demais. Eu usei a velocidade 2 da batedeira.

Coloque a massa às colheradas na forma, sem encher demais as cavidades. Leve as madeleines para assar por cerca de 10 minutos, ou até crescer e dourar. Retire-as do forno, deixe esfriar e, se quiser, polvilhe-as com açúcar de confeiteiro.

Aqui acabou em minutos, não deu nem tempo de peneirar o açúcar! :)

*

E para quem ficou curioso, deixo aqui o trecho do livro em que o escritor francês Marcel Proust fala sobre as madeleines:

“(…) Ela mandou buscar um desses bolinhos pequenos e cheios chamados madalenas e que parecem moldados com aquele triste dia e a perspectiva de mais um dia tão sombrio como o primeiro, levei aos lábios uma colherada de chá onde deixara amolecer um pedaço de madalena.

Mas no mesmo instante em que aquele gole, de envolta com as migalhas do bolo, tocou o meu paladar, estremeci, atento ao que se passava de extraordinário em mim. Invadira-me um prazer delicioso, isolado, sem noção da sua causa. Esse prazer logo me tornara indiferentes as vicissitudes da vida, inofensivos os seus desastres, ilusória a sua brevidade, tal como o faz o amor, enchendo-me de uma preciosa essência: ou antes, essa essência não estava em mim; era eu mesmo. Cessava de me sentir medíocre, contingente, mortal. (…)”

(Em Busca do Tempo Perdido – No Caminho de Swann; trecho extraído do capítulo  I Combray, p. 31. De Marcel Proust, ed, Abril Cultural, tradução de Mário Quintana)

Mania de bolo

Mania de bolo

Bolos são sempre uma boa pedida. E ão Paulo vive uma onda de bolos caseiros que parece não ter data para acabar. Testamos dois sabores bem caseiros da Vó, quero bolo!: de limão siciliano e de banana com canela. Mais

Geleia de morango

Geleia de morango

morangos

É época de morangos por aí? Aproveite para fazer geleia. Esta receita é do Pingado e Pão na Chapa – Histórias e Receitas de Café da Manhã. Fácil, rápida e uma das formas mais deliciosas para se aproveitar morangos. Se forem orgânicos, melhor ainda.

GELEIA DE MORANGO
Rendimento: 1 pote pequeno

320 g de morangos frescos bem maduros e sem folhas
160 g de açúcar
160 ml de água

Modo de preparo
Lave bem os morangos, removendo as folhas, cabinhos e eventuais partes machucadas. Corte-os em pedaços e transfira-os para uma panela. Acrescente o açúcar e a água, misture e amasse os morangos com um garfo. Cozinhe a mistura em fogo alto por cerca de 10 minutos, mexendo sempre, até a mistura começar a despregar do fundo da panela, atingindo a consistência de geleia.

Dicas
– Para saber se a geleia está no ponto, coloque um pouquinho sobre um prato de porcelana. Se estiver no ponto correto, a geleia permanecerá firme, sem escorrer pelo prato.

- Se quiser aumentar a receita, use sempre a proporção uma medida de fruta para meia de açúcar. Caso prefira uma geleia mais doce, use uma proporção de um para um, por exemplo: 1 kg de morango para 1 kg de açúcar, ajustando a água de acordo com a quantidade de ingredientes utilizados.

Top brownie

Top brownie

browniesAmo brownies. Faço um atrás do outro, testo mil receitas e sempre fica bom. Brownie é o tipo de doce que nunca te decepciona: um exagero de chocolate, massa macia, bom quente ou gelado, com ou sem calda, com ou sem sorvete. Gosto do brownie puro, sem castanha, sem nada, só aquela loucura exagerada de chocolate para acompanhar uma xícara de café passado na hora ou várias xícaras de chá.

E o mais divertido: fica pronto rápido. Meia hora e o brownie se destaca da assadeira e vai direto aos pratinhos em pedações açucarados. Anima qualquer alma, acredite.

A massa é para os fortes: um monte de chocolate em pó (ou em barra), açúcar, manteiga. Nem pense em economizar e fazer com margarina, porque o resultado é infinitamente inferior. Brownie bom é aquele cheinho de calorias felizes.

Como esta receita abaixo, tão deliciosa que adotei como a mais básica de todas na minha cozinha. Encontrei perdida na internet e não guardei o link (shame on me), mas eu lembro do nome da autora: Nicole.

Nicole, seja você quem for, aqui vai um salve: sua receita é ótima! Segue abaixo a receitinha desse brownie delicioso e prático, com ligeiras adaptações feitas pela nossa intrépida cozinha:

BROWNIE DA NICOLE
Rende 1 assadeira média

200 g de manteiga em temperatura ambiente (consistência de pomada)
2 xícaras (chá) de açúcar (uso açúcar de baunilha, que aromatizo com as favas usadas em outras receitas)
4 ovos (orgânicos, de gema bem amarelinha)
1 1/2 xícara (chá) de chocolate em pó (pode usar metade chocolate, metade cacau em pó, para um resultado mais amarguinho)
1 xícara (chá) de farinha de trigo sem fermento, peneirada

Misture a manteiga e o açúcar em uma tigela e bata por 1 minuto, até incorporar bem os ingredientes. É importante que a manteiga esteja macia justamente para assimilar melhor o açúcar. Em seguida, junte os ovos e mexa bem. Adicione então o chocolate, misture e incorpore a farinha, até obter uma massa pesadinha e bonita. Eu misturo tudo à mão, numa tigela grande, porque se bater demais a massa ficará fofa, o que não é o objetivo aqui. Neste momento, você pode acrescentar um punhado ou dois de nozes picadas, que fica delicioso também (fiz uma versão assim para a mamãe, que adora nozes). Ou de outras castanhas de sua preferência, claro.

Coloque para assar numa forma média, retangular (20 a 25 cm), forrada com papel-manteiga. Se fizer dessa forma, não precisa untar nem enfarinhar a forma. Se não tiver papel-manteiga, então unte a forma com manteiga e enfarinhe (ou use cacau em pó). Leve para assar em forno médio, a 180oC, por 30 a 40 minutos. Como a temperatura muda muito de forno para forno, sugiro enfiar um palito de dente no centro do brownie já por volta dos 25 minutos. O palito deve sair úmido, mas não molhado (nem seco). Está pronto! Deixe esfriar na forma para depois cortar em pedaços quadrados.

Biscoitos de lavanda

Biscoitos de lavanda

Estou ensaiando há tempos fazer esses biscoitinhos de lavanda. Comprei as flores secas e perfumadas da alfazema (como também é chamada a Lavandula angustifolia) no Mercado da Lapa, em São Paulo.

Para começar, a farinha. Ainda estou restringindo um pouco o glúten na minha dieta, por isso resolvi testar uma receita usando farinha sem glúten (mistura de farinha de arroz com fécula de batata e polvilho doce). Resultado: gostei da experiência. Os biscoitos ficaram douradinhos, derretendo na boca, e a lavanda perfumou a casa toda, mas delicadamente, sem excessos.

Todo o processo de cozinhar me encanta, mas fazer biscoitos é particularmente bom quando estamos com a cabeça pensativa e o coração assustado. Mexer a massa, deixá-la na geladeira, abri-la com o rolo de macarrão, dar o molde preferido com cortadores diferentes e finalmente levá-la para assar ajudam a espairecer as ideias, a encontrar um pouco o eixo. Tente você também.

biscoitos de lavanda e chá

BISCOITOS DE LAVANDA SEM GLÚTEN
300 g de farinha sem glúten
125 g de manteiga sem sal (em temperatura ambiente)
100 g de açúcar
1 ovo batido
1 colher (sopa) de flores secas de lavanda
1 colher (chá) de fermento em pó
1 pitada de sal
raspinhas de limão (se desejar)

Para fazer a farinha sem glúten, misture 3 partes de farinha de arroz para 1 parte de fécula de batata e 1/2 parte de polvilho doce. Guarde em recipiente fechado e utilize sempre que necessário, para substituir a farinha de trigo. Ao substituir a farinha de trigo por farinha sem glúten, recomendo testar a receita antes, porque elas não têm exatamente as mesmas propriedades, então pode dar diferença na receita.

Para os biscoitos: preaqueça o forno baixo, a 180 graus C. Em uma tigela grande, misture a farinha sem glúten, o açúcar, a lavanda, o fermento e o sal (e as raspinhas de limão, se desejar um sabor mais cítrico). Misture e acrescente a manteiga e o ovo. Mexa bem até formar uma massa firme, que desgrude das mãos. Se necessário, acrescente mais farinha.

Deixe a massa descansar no congelador por 10 minutos, enrolada em filme plástico. Após o descanso, abra a massa sobre uma superfície lisa, usando o rolo de macarrão. Para facilitar o processo, cubra-a com filme plástico e passe o rolo sobre ele (fica mais fácil de abrir). Corte a massa com cortadores diferentes, como círculos, estrelinhas, corações, ou o que preferir. Coloque os biscoitos cortados sobre uma assadeira forrada com papel-manteiga e leve-os para assar no forno preaquecido por 20 minutos, ou até ficarem com as bordinhas douradas.

Se sobrar massa, enrole-a novamente e repita o processo, colocando-a na geladeira se estiver muito mole. Abra, corte e forme os biscoitinhos até não sobrar mais massa. Asse-os em fornadas diferentes, se necessário.

Depois de assados, transfira os biscoitos para uma grelha, para secarem e esfriarem completamente. Guarde-os, depois de bem frios, num pote fechado.

Estes biscoitinhos de lavanda ficam perfumados e delicadamente doces. Recomendo consumi-los com chá. Eu experimentei com Earl Grey e me pareceu uma combinação perfeita.

Cupcakes com glacê real

Cupcakes com glacê real

Cupcakes de massa amanteigada, cobertos com glacê real. Direto da cozinha Guloseima! Foto: Luciana Mastrorosa/Guloseima

Cupcakes de massa amanteigada, cobertos com glacê real. Direto da cozinha Guloseima! Foto: Luciana Mastrorosa/Guloseima

Cupcakes são aqueles bolinhos delicados, em miniatura, cobertos com algum tipo de glacê e decorados com confeitos, flores de açúcar, granulado…

Esta receita é da apresentadora britânica Nigella Lawson, com ligeiras modificações.

CUPCAKES COM GLACÊ REAL
Rendimento: 12 unidades

(receita original de Nigella Lawson, com ligeiras adaptações)

125 g de manteiga sem sal, en pommade (amolecida)
1/2 xícara (chá) de açúcar
3/4 (xícara) de farinha de trigo
2 ovos pequenos e orgânicos
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sopa) de leite
Adicional: forminhas de papel para cupcakes

GLACÊ REAL COR-DE-ROSA
350 g de açúcar de confeiteiro (peneirado)

2 claras de ovos
Suco de 1 limão siciliano

Para fazer a massa, bata todos os ingredientes na batedeira, com exceção do leite. Quando a massa estiver ficando homogênea, vá acrescentando as colheres de leite, sem deixar de bater. A massa fica amarela e brilhante e não deve ter pedacinhos de manteiga sobrando. Por isso é importante que a manteiga esteja amolecida (mas não derretida).

Quando a massa estiver pronta, abra as forminhas de papel e coloque uma colher de sobremesa da massa (rasa) em cada uma delas. Cuidado para não despejar massa demais, ou os bolinhos podem crescer muito e escapar das forminhas.

Leve os cupcakes para assar em forno moderado, pré-aquecido, a 200 graus C, por cerca de 15 a 20 minutos. Quando estiverem dourados e assados, retire do fogo e deixe esfriar.

Enquanto isso, prepare o glacê: bata o açúcar peneirado com as claras de ovo na batedeira até formar uma massa. Vá acrescentando aos poucos o suco de limão, batendo sempre, para que fique um creme espesso e brilhante. Aos poucos, pingue quantas gotas desejar de corante cor-de-rosa (eu usei 16 gotas, porque queria um rosa bem clarinho). Se preferir, pode usar o creme branquinho, sem corante algum.

Quando os cupcakes estiverem frios, cubra cada um deles com o glacê e decore com confeitos coloridos, se desejar. Sirva geladinho.

Dicas extras:

-   Se quiser garantir um formato perfeito para os cupcakes, coloque as forminhas de papel já recheadas de massa em formas de empadinha e leve para assar. Eu não usei as formas de empadinha, e alguns bolinhos vazaram…

- Cupcakes ficam ainda mais bonitos se você encontrar forminhas decoradas de papel. Achei apenas as branquinhas, por isso escolhi caprichar nas estrelinhas coloridas.

- Se não encontrar limão siciliano para a cobertura, ou se estiver muito caro, fique à vontade para substituir por limão galego, que é mais forte e azedinho que o siciliano. Vá experimentando a mistura até chegar ao seu ponto ideal de doçura e acidez.

- Se achar a massa básica demais, sinta-se livre para adicionar raspinhas de limão, pedacinhos de castanhas, granulado.

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