Bito e o acarajé

O Bito, amigo e retirante, está deixando São Paulo para começar vida nova em Brasília. Além de amigo querido, é um especialista em acarajé, e meu consultor (e fornecedor) de culinária baiana.

Foi o Bito quem me apresentou a farinha de mandioca bem branquinha e fresca que eles comem em Salvador, os beijus em formato de canoa, para comer quentinho com manteiga de manhã, e as cocadinhas da Bahia, um brinde especial que sempre – SEMPRE – me fará recordar dele.

Para fazer uma despedida, fomos no sábado ao Soteropolitano comer acarajés. Como o especialista é Bito, deixo com vocês o ótimo post de avaliação que ele fez do restaurante.

Eu provei dois acarajés pequeninos e tomei um caldo de frutos do mar, carregado de leite de coco e dendê. Tudo acompanhado de uma caipirinha de caju, que estava ótima.

Não sou especialista em acarajé mas, para mim, os camarões vieram em quantidade insuficiente e o caruru estava muito pegajoso. Não gostei. Gostei menos ainda do garçom e sua risadinha irônica quando o Bito pediu para trazer mais camarões. Não é assim que se deve tratar os clientes, eles já deviam saber disso…

Fora isso, a despedida foi excelente. Agora é esperar que Bito se transforme logo num conhecedor da culinária de Brasília. Ou que, finalmente, resolva escrever um livro sobre sua maior especialidade, o acarajé.

Boa viagem, amigo! 🙂